O universo feminino a descoberto...

01
Mar 09

E por falar em raposas, falamos em animais. E quando falo de animais, lembro-me sempre em animais domésticos: no cãozinho, no gatinho, no peixinho, no passarinho, na tartaruguinha, …

A minha paixão por animais fica-se por cães e gatos, e que ultimamente tem sido considerada.

Em minha casa habitam 3 cadelas, 2 gatas e 1 gato. E por todos eu sou apaixonada.

Acreditem ou não, eu já detestei gatos, considerava-os demasiado independentes para serem um animal de estimação. Mas bastou-me começar a conviver com uma gata fantástica para mudar a minha opinião.

Na passada quinta-feira, a minha gata preta, nomeada de ‘PP’ ou ‘Preta’ deu à luz 2 gatinhos. O mau disto tudo é que ela expeliu mais do que o que devia, todo o seu sistema reprodutivo estava fora do sítio.

De início pensávamos que seria apenas o normal, até a gata estar completamente diferente e a começar a cheirar mal.

Rejeitou os gatinhos e aí foi a gota de água. Imediatamente levamos a gata ao veterinário que a operou em seguida.

Já não bastava ter a minha gatinha bastante mal, ainda tinha dois gatinhos recém-nascidos sem mãe.

O primeiro passo foi aquece-los. A minha outra gata não queria saber, ate que recorremos às cadelas. A cadela mais pequena, a Mini, transformou-se imediatamente em mãe, aquecendo-os e protegendo-os de quem se chegasse perto, excepto os donos.

Mas não era suficiente, faltava alimenta-los! Não tínhamos qualquer experiência, até que contactei a ABRA(vistem o site clicando aqui) e consegui uma rapariga que se ofereceu para cuidar deles. É necessário amamenta-los de 2 em 2 horas com um leite próprio. Tive de retirar os bebes á Mini, que ficou muito triste, e levei-os para a tal rapariga.

Agora estão a ser cuidados decentemente, enquanto a Preta está aqui comigo a recuperar da cirurgia.

O mais triste é que a sobrevivência ainda está a ser uma luta para os 3.

E é quando mais tememos a perda que sentimos o quando gostamos destes pequenos bichinhos que são uma companhia tão agradável.

Amanhã terei mais notícias.

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Bárbara Ferreira

elasequesabem às 15:51
elas sentem-se: cansada e triste

26
Fev 09

Acabo de ver o ‘Aqui e Agora’, um programa da SIC, onde o tema de discussão foi a educação sexual nas escolas.

 

Eu sou completamente a favor!

 

Passo a justificar-me:

 

- Sabe-se que os rapazes na adolescência procuram e conhecem prazer sexual mais sedo pela exploração instintiva do corpo e pelo recurso à pornografia.

 

As raparigas ficam em desvantagem devido ao seu desconhecimento.

 

Muitas têm a sua primeira relação sexual para pura satisfação do parceiro, sem saberem que elas também tem direito a essa mesma satisfação. Desconhecem o seu corpo e o que é realmente uma relação sexual.

 

- Por outro lado, fala-se muito das DST (doenças sexualmente transmissíveis) mas não se diz nada! Porque é que se transmite? Como exactamente?

 

Duvido que estas adolescentes que começam agora a explorar a sua sexualidade saibam que o risco de contracção do cancro do colo do útero aumenta com o número crescente de parceiros sexuais. Talvez este facto as tornasse mais apreensivas a terem relações sexuais prematuramente.

 

Aliás, na minha opinião, a prematuridade da vida sexual deve-se maioritariamente, se não quase exclusivamente, ao desconhecimento que têm do que é a relação sexual.

 

 

- Assim, mais conhecimento sexual, menos gravidez na adolescência. E também menos casos de violência no namoro. Pois, perceber este mundo, seria evitar que tantas jovens se submetessem a torturas ridículas que consideram que o amor é mesmo assim.

 

 

- Esta disciplina também possibilitaria o aumento do respeito pela orientação sexual. Mais uma vez, conhecer é perceber e compreender, e assim também é respeitar.

- E ainda o facto de aumentar a capacidade de defesa perante violações sexuais.

 

 

Gostaria que um dia, os meus filhos tivessem acesso a esta educação.

Os pais não são os únicos educadores.

E todos sabemos que este é um tema muito mais facilmente abordado junto de pessoas desconhecidas.

 

Defendo a aplicação da educação sexual nas escolas acima de tudo por ser mulher e ter observado inúmeros casos de jovens raparigas que se soubessem o que se calhar eu hoje sei porque descobri sozinha, não cometeriam metade dos seus ‘erros’.

 

Eu preferia ter tido acesso a uma educação sexual esclarecedora!

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Bárbara Ferreira

 

elasequesabem às 22:07
elas sentem-se: Reivindicativa

19
Jan 09

Um dos maiores mistérios femininos é o TPM.

 

 

Aquela fase em que o momento romântico de um filme de acção já é o suficiente para nos desfazermos em lágrimas. Somos capazes de encarar uma birra como uma discussão séria, e a morte do peixe do vizinho é algo muito dramático nas nossas vidas.

 

É certo que estes são momentos de existência muito ténue, e tem alturas do mês próprias para acontecer. Por vezes nem acontece sequer.

 

O certo é que todas as mulheres já o sentiram, todas nós já consideramos o nosso mundo um “fim do mundo”.

Como diz o rui Veloso, “quando a tristeza bate, pior do que eu não há”, só que substitui-se tristeza por TPM.

 

Agora perguntam muitos homens “afinal o que é TPM”?

 

SÍNDROME DE TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL

 

É um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher.

 

O TPM tem sintomas que afectam a mulher na esfera biológica, psicológica e social.

 

A tendência hoje é acreditar que a função fisiológica do ovário seja o gatilho que dispara os sintomas da síndrome alterando a actividade da serotonina (neurotransmissor) ao nível do sistema nervoso central.

 

 

O tratamento depende da severidade dos sintomas e incluem modificações alimentares, comportamentais e tratamentos medicamentosos.

 

 

Os sintomas incluem: nervosismo, ansiedade, alteração de humor, depressão, dores de cabeça e no peito, retenção de líquidos, desejos por alguns alimentos (chocolates, doces…).

 

Ainda há quem fale que a mulher pode aumentar 3kg durante a sua menstruação. O que é sempre uma boa desculpa, porque: ou estamos na fase, ou essa está para vir, ou estivemos há bem pouco tempo ;)

 

Mas isto também tem solução. Existem algumas dicas como fazer exercício regular, fazer uma alimentação equilibrada com especial atenção ao cálcio e ao magnésio. Menos álcool e não ao tabaco também ajudam.

 

Na minha opinião, o pior factor que agrava os sintomas do TPM é o stress a que somos submetidas durante o mês. E o mês passado foi o maior exemplo disso. A quantidade exorbitante de trabalhos e testes, a pressão para darmos o melhor de nós nesta que é recta final, prejudicou e muito.

 

O TPM de Dezembro incluiu muito mau humor, muita sensação depressiva acompanhada de lágrimas abundantes. O mal é que até podemos chorar descomunalmente e sem sentir verdadeira razão para isso, mas não conseguimos parar.

 

Nós mulheres somos mesmo complicadas.

 

Ninguém gosta de sofrer deste mal que é o TPM, mas não trocava isso por nada, pois entram outros pontos que fazem de nós ainda mais mulheres, e o topo está em podermos ser mães.

 

Ser mãe é o sonho da maioria das mulheres maduras, penso até que algo em nós “animalesco” nisso, instintivamente, nascemos para ser mães.

 

 

Mas como isso ainda está um pouco distante de acontecer segundo os meus planos, fico-me pelo TPM.

 

 

E nada melhor que ir recordando as vantagens de se ser mulher, para nunca desistir de ser o mais maravilhoso absoluto ser á face da terra.

 

Não concordam comigo?

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Bárbara Ferreira

 

elasequesabem às 21:25
elas sentem-se: mulher

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